Ou seja, para quem busca aproveitar os benefícios do vinho à saúde, o ideal é optar por variedades tintas e com bagos de tom intenso. Uvas como Tannat, Syrah e Malbec são exemplos que produzem vinhos com alta concentração desses compostos benéficos. Além dos polifenóis, outros componentes do fruto, como o ácido tartárico e os ácidos fenólicos, são associados à redução do colesterol total. É importante ressaltar que, por mais que o vinho possa ser benéfico em alguns casos, nem todos podem consumi-lo.
O vinho ajuda a prevenir cáries. (VERDADE)
Os ácidos fenólicos, que são antioxidantes, combatem os radicais livres e auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce. O resveratrol, com sua ação anti-inflamatória, pode ajudar no combate à acne e à oleosidade. Além disso, os ácidos málico, cítrico e tartárico, também presentes no vinho, promovem uma esfoliação suave da derme, o que ajuda a deixá-la mais macia e com aspecto uniforme comprar vinho e luminoso.
- A combinação resulta em uma bebida com um sabor único, que atrai quem gosta de um toque mais adocicado e suave nas bebidas alcoólicas.
- Estudos recentes sugerem que a substância pode reduzir a resistência do corpo a medicamentos e aumentar sua efetividade.
- Os poucos estudos em humanos analisaram apenas marcadores intermediários, não resultados de saúde de longo prazo.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que mulheres limitem o consumo de álcool a uma taça por dia e homens a duas taças por dia. Apesar de todos os benefícios potenciais, é importante ressaltar que o consumo de vinho deve ser moderado. O excesso de álcool pode trazer sérios prejuízos à saúde, como problemas no fígado, aumento da pressão arterial e dependência química. Além disso, não se esqueça que o vinho é uma bebida alcoólica e não substitui uma alimentação saudável e balanceada. O consumo moderado de vinho tem sido relacionado a uma menor incidência de depressão e ansiedade.
O teor alcoólico do vinho varia conforme o tempo de cultivo das uvas, o clima e o solo, por exemplo. Pessoas com mais de 65 anos também devem ser especialmente cautelosas, pois a capacidade de metabolizar álcool diminui com a idade, aumentando os riscos de quedas e interações medicamentosas. Harvard Health observa que “comer uvas vermelhas, mirtilos e pistache, ou tomar um copo de suco de uva, são formas prazerosas de obter resveratrol, além de todos os outros produtos vegetais saudáveis que vêm junto” (1). Harvard Health conclui que, embora pesquisas em células e animais sejam promissoras, “virtualmente todos os estudos positivos sobre resveratrol vieram de culturas de células ou experimentos laboratoriais” (1).
Diversos estudos sugerem que o consumo moderado de vinho tinto pode ter associação a um menor risco de doenças cardíacas. Os polifenóis presentes no vinho, como o resveratrol, apresentam propriedades antioxidantes que podem ajudar a proteger as paredes dos vasos sanguíneos, reduzir a inflamação e aumentar o colesterol “bom” (HDL). Essa máxima é repetida por muitas pessoas e, como vimos, tem algum embasamento teórico.
É verdade que o vinho é uma boa fonte de Resveratrol?
Mesmo assim, médicos nem pesquisadores sugerem uma “proibição” do consumo de vinho ou de outras bebidas alcóolicas – ao menos não para pessoas saudáveis. Em vez disso, as principais diretrizes de saúde recomendam o consumo moderado, que corresponde a uma dose de álcool por dia para mulheres e duas para homens. Uma dose padrão equivale a 14g de álcool puro, o que corresponde a 150 ml de vinhos com teor alcoólico de 12%. Além disso, o vinho tinto proporciona benefícios à saúde, graças ao resveratrol. O vinho tinto é rico em resveratrol, flavonoides e taninos — compostos com ação antioxidante que contribuem para o combate aos radicais livres e a proteção celular. Pesquisas indicam que o consumo de vinho tinto com moderação pode estar ligado a uma menor incidência de diabetes tipo 2.
Muitos acreditam que o Resveratrol é a solução milagrosa para a saúde, enquanto outros o consideram apenas um mito. Neste artigo, vamos desvendar esses mitos e verdades e descobrir como o Resveratrol pode impactar sua saúde e bem-estar. Esse artigo oferece um equilíbrio entre informações de saúde e práticas de consumo, buscando otimizar o uso de palavras-chave de alta relevância, enquanto esclarece dúvidas do público-alvo. Conforme explica o site The Nutrition Source, da Universidade de Harvard, o vinagre é pobre em calorias, e dependendo do tipo, uma colher de sopa contém somente de 2 a 15 calorias. Mas essas versões menos calóricas, como o vinagre de álcool destilado por exemplo, não têm valor nutritivo algum. Como a maioria dos vinagres não contém sódio e açúcar, eles são ideais para dar sabor a alimentos em dietas restritas.
Para fator de comparação uma lata (350 ml) de cerveja comum tem cerca de 150 calorias, um coquetel Moscow Mule tem 153 calorias e a gin tônica, cerca de 193 calorias. Comecei minha carreira na área da gastronomia, escrevendo para importantes mídias, como Editora Abril e UOL. Depois de 10 anos nesse ramo, resolvi me aventurar no mundo dos vinhos e me formei sommelière pela Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo (ABS-SP), com pós-graduação em enologia. Trabalhei por dois anos no enoturismo da Guaspari e hoje escrevo compartilhando minha paixão pela bebida. Consumir moderadamente vinho pode contribuir para o fortalecimento do sistema imunológico por seus compostos antioxidantes. O vinho, assim como outra bebida alcoólica, funciona deprimindo o sistema nervoso central, gerando uma sedação que pode levar ao sono mais rapidamente.
A quantidade de açúcar do vinho tinto seco é minima e irrelevante para o diabédico. Além disso, a bebida diminui a resistência das células à ação da insulina, fazendo com que o aproveitamento da glicose seja melhor. Mas ATENÇÃO, é importante que os diabéticos bebam com moderação e que seu médico esteja de acordo. A injestão abusiva retira todo e qualquer benefício, e pode acarretar problemas indesejados do consumo não moderado de álcool. Diabéticos devem ter cautela e sempre consultar um médico ou nutricionista. No entanto, alguns estudos indicam que o consumo moderado de vinho tinto junto às refeições pode reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo 2.
Isso ocorre porque os polifenóis do vinho bloqueiam a ação da colagenase e da elastase, que são enzimas que destroem o colágeno e a elastina da pele. Esse beneficio se dá tanto por via tópica (direto na pele) como quando ingerido por via oral. Sim, o consumo regular de vinho, especialmente o tinto, pode escurecer o esmalte dos dentes devido aos seus pigmentos. Escovar os dentes após o consumo ou consumir alimentos que ajudem a limpar a boca pode minimizar esse efeito. Entretanto, é crucial entender que a concentração desses compostos varia significativamente entre diferentes tipos de vinho, sendo maior em tintos devido ao maior tempo de contato com as cascas durante a produção.
Vinho e a Saúde da Pele
Numa publicação de 2002, o Dr. Yoshikawa e colaboradores conseguiram demonstrar que a bebida promove lipólise – queima de gorduras. O conhecimento que temos hoje nos permite afirmar que o vinho (seco) bebido com moderação não engorda e é a bebida mais favorável quando se quer emagrecer. O vinho melhora a consistência, elasticidade, hidratação e microcirculação da pele.
Recentemente, foi comprovado que os polifenóis presentes no vinho podem diminuir o índice de bactérias responsáveis pela formação de placa e impedir que as cáries se desenvolvam nos dentes. No entanto, é importante lembrar que o consumo constante de vinho pode escurecer o esmalte dos dentes. Por isso, prefira degustá-lo acompanhado de algum alimento que possa ajudar na remoção da cor da bebida, como queijos duros como o parmesão, que estimulam a salivação e limpam os dentes. Emma Smith, do Cancer Research UK, reforça que “o vinho tinto contém uma quantidade muito pequena de resveratrol e as pessoas não deveriam beber vinho com a intenção de obter benefícios para a saúde”.
Para esclarecer algumas informações, o médico e um dos maiores especialistas em vinhos e seus benefícios à saúde no país, Dr Jairo Monson, nos diz o que é MITO ou VERDADE sobre essa bebida cada vez mais apreciada pelos brasileiros. Consumido em pequenas doses (cerca de uma taça por dia), o vinho pode prevenir inflamações no sistema linfático. Graças às suas propriedades antioxidantes, o consumo moderado também pode diminuir o risco de Alzheimer, uma doença degenerativa que ataca o cérebro. Ele, em particular, concentra uma quantidade maior desses compostos benéficos, graças ao processo de fermentação que envolve o contato do mosto com as cascas das uvas. Taninos, flavonoides e antocianinas, todos no vinho, agem como potentes antioxidantes.